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Espírito Santo mantém 5° lugar no Ranking de Competitividade dos Estados

O Espírito Santo manteve a classificação de 5° Estado mais competitivo do País, de acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado anualmente pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O ranking, divulgado nesta quinta-feira (30), avalia as 27 unidades da Federação em dez pilares. O Espírito Santo foi destaque nos indicadores de Eficiência da Máquina Pública (1°), Infraestrutura (4°) e subiu quatro posições no pilar de Inovação, atingindo o 9° lugar no ranking, além de manter o 1° lugar em Solidez Fiscal.

“Somos um estado com uma população pequena em relação aos nossos vizinhos, não sendo também um grande centro consumidor. Por isso, precisamos ser competitivos. Para manter a posição que obtivemos no ano passado, estamos realizando investimentos recordes em nosso Estado. Precisamos ser um estado inovador, com logística eficiente e educação de referência. O Espírito Santo é Nota A do Tesouro Nacional desde 2012, além de ter o melhor Ensino Médio e a melhor gestão fiscal do Brasil. Tudo isso aliado a um bom ambiente institucional e que traz segurança aos investidores”, pontuou o governador Renato Casagrande ao falar sobre os resultados.

Casagrande lembrou ainda que o Espírito Santo é o Estado mais transparente do País na administração pública e que, entre os outros indicadores, tem a segunda maior esperança de vida entre todas as Unidades da Federação, acima da média nacional (79,1 anos ante 76,6 da média do Brasil). “Somos também o único estado que reserva parte dos recursos do petróleo para o futuro, com o Fundo Soberano. O Espírito Santo pode ser pequeno, mas é valente”, destacou.

Para o secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento, Tyago Hoffmann, o ranking mostra as potencialidades do Espírito Santo para investidores, empresários e cidadãos. “O Espírito Santo é o Estado mais organizado do País e o Ranking de Competitividade confirma essa informação. Estamos subindo em algumas posições ao longo de cada edição e mostrando que o nosso governador Renato Casagrande tem tomado decisões assertivas no percurso da gestão. Por isso, estamos colhendo resultados tão positivos, mantendo as contas públicas em dia, a Nota A no Tesouro Nacional, a melhor nota na avaliação do Ensino Médio e os investimentos feitos no Fundo Soberano e no Fundo Exclusivo de Investimento em Participações (FIP), voltado para empresas inovadoras”, afirmou.

Hoffmann também destacou o bom ambiente institucional que tem reflexo na economia capixaba com a atração de novos negócios. “Nosso propósito é avançarmos ainda mais. No que compete à inovação, ocorreu um avanço significativo de quatro posições, com destaque para o indicador de ‘Bolsa de Mestrado e Doutorado’, com o crescimento de quinze posições neste ano. No Estado, temos investido e estimulado a inovação de forma constante, por meio de projetos inovadores, informatização de processos e serviços públicos, bem como apoio à academia, escolas, universidades, pesquisadores e alunos”, frisou o secretário.

Para o secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, o ranking ressalta que o Governo do Espírito Santo segue na direção certa. Com ações planejadas e contas organizadas, o Espírito Santo registra o maior volume de investimentos da história e realiza programas e projetos que são fruto de políticas públicas baseadas em dados e evidências, em benefício de todos os capixabas.

“Mesmo atravessando a maior crise sanitária dos últimos 100 anos, nos destacamos nacionalmente, ocupando a quinta posição entre os Estados do País. No Sudeste, estamos na 2ª posição, só perdendo para São Paulo, que lidera o ranking nacional. Um resultado que revela a qualidade e a eficiência do nosso Governo, que, com suas entregas, tem melhorado a qualidade de vida dos capixabas e vem fazendo o Espírito Santo avançar cada vez mais, sob a liderança do governador Renato Casagrande”, pontuou Duboc.

Evolução da competitividade do Espírito Santo:

2016: 6º
2017: 8º
2018: 8º
2019: 6º
2020: 5º
2021: 

Posição do Espírito Santo nos dez pilares:

Solidez Fiscal: (1°)

Eficiência da Máquina Pública: (1°)

Infraestrutura: (4°)

Sustentabilidade Ambiental: (7°)

Educação: (8°)

Sustentabilidade Social: (8°)

Inovação: (9°)

Segurança Pública: (14°)

Capital Humano: (18°

Potencial de Mercado: (27°)

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